O lateral direito Rhuan, de 23 anos, foi apresentado ontem como o 11º reforço do Londrina para a disputa do Campeonato Brasileiro da Série C, como a FOLHA havia antecipado na edição de ontem. O jogador já está integrado ao elenco e deve ser regularizado até sexta-feira.
Rhuan é o terceiro atleta que chega para o LEC depois de se destacar no Paranaense pelo Maringá. Antes dele, o Londrina trouxe o volante Ítallo e o atacante Edmar. Rhuan chega para brigar por uma vaga em uma posição que já tem outros três concorrentes: Lucas Ramon, Maicon e o garoto Raí Ramos. Revelado na Luverdense-MT, o atleta teve passagens pelo Cruzeiro, Coritiba e Junior Team.
"Não muda tanto assim trocar de cidade e vir para o rival. É só trabalhar para se adaptar o mais rápido possível", frisou Rhuan, que jogou na base do LEC aos 12 anos e é irmão do volante Carlos Renato, que atuou no alviceleste entre 2001 e 2005. "O clube tem uma boa estrutura e tem sempre brigado por títulos. Espero poder ajudar o Londrina a conseguir o acesso para a série B".
Além de Rhuan, o LEC trouxe para a Série C os atacantes Patrick, Vinícius, Gustavo Xuxa, Magno e Edmar, os meias Zé Rafael, Marcos Paullo e Rafael Gava, o volante Ítallo e o lateral esquerdo Paulinho.

RETRANCA

Os jogadores do Londrina têm consciência que todos os adversários que vierem enfrentá-lo jogarão fechados, assim como foi o Juventude-RS, no último domingo, no empate em 0 a 0. Diante desta realidade, o caminho é buscar alternativas para que um novo tropeço não aconteça na partida de domingo contra o Tombense-MG, em Maringá.
"O primeiro passo é finalizar mais. Nós até chegamos no gol adversário, mas pelos lados e não foi suficiente. Temos que arriscar mais de fora da área, troca de passes, bola de pé em pé para criar a chance do arremate", apontou o meia Celsinho, que deve voltar a ser titular no domingo.
Já, Zé Rafael ressaltou que o time acabou tendo pouco mobilidade no domingo e isso facilitou a marcação da equipe gaúcha. "Como os times jogam com três volantes é preciso mais movimentação para encontrarmos os espaços. Uma outra alternativa é a bola parada, que fez a diferença nas duas primeiras partidas", frisou o meia, autor de duas assistências e um gol até aqui.
Celsinho e Zé Rafael podem jogar juntos pela primeira desde o início no confronto contra o Tombense. Melhor fisicamente, Celsinho garantiu que no domingo jogou sem dor e limitação e está pronto para atuar uma partida completa. "Se optarem para eu começar, eu tenho condições de jogar sim. Temos outros jogadores de qualidade que estão 100% fisicamente, mas se a comissão técnica entender que eu deva jogar, estou à disposição", revelou.
Zé Rafael torce para que o esquema com dois meias seja mantido, já que isso aumenta o poder de criação do time. "Mais um meia ajuda sim, sempre é bom para ajudar a criar e a tentar fazer as jogadas de ataque", relatou.
Na vitória diante do Guarani e no empate com o Juventude, o técnico Cláudio Tencati utilizou dois meias armadores. No primeiro, Zé Rafael atuou ao lado de Marcos Paullo, que está machucado, e no segundo, junto com Rafael Gava, que estreou no domingo.

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