A 33 dias da estréia do clube na maratona da Série B do Campeonato Brasileiro, o Londrina ainda não anunciou nenhum reforço para seu modesto time, que continua treinando em dois períodos à espera da formação base dos titulares. A novidade de ontem foi a reapresentação do goleiro Marcelo, o mais cotado para ser titular.
Aos poucos, a lista de possíveis reforços do Londrina vai diminuindo de um lado e aumentando de outro.
Depois de descartar a dupla de atacantes Gil e Nem, devido à faixa salarial acima da política financeira para o segundo semestre, o clube também praticamente desistiu do meia-ofensivo Wéslei (ex-Ponta Grossa), que participou de poucos jogos pelo Tubarão no Supercampeonato Paranaense, mas se sobressaiu como homem de criatividade no meio-campo.
O atleta está a um passo de ser negociado com o futebol coreano, que vive um ''boom'' de contratações de estrangeiros depois do sucesso da seleção local no Mundial. O Londrina aguardava o fracasso da transação para ter o jogador no segundo semestre, mas os próprios diretores não acreditam mais no acerto.
Enquanto isso, outros nomes começaram a ser especulados ontem. Um deles é do atacante Jabá, que não está sendo aproveitado pelo técnico do Coritiba, Paulo Bonamigo, e quer aparecer na vitrine do futebol no segundo semestre. Ele foi pretendido para o Supercampeonato, mas acabou optando por defender o alviverde da capital, que pagou ao União R$ 50 mil pelo empréstimo. Desta vez, o União pode dar preferência ao Tubarão.
Os nomes de Válber, Neizinho, Joel, Josildo e Marcão se mantêm fortes e podem ser os primeiros membros da ''Família Cenci''. Uma reunião entre o co-gestor Iran Campos, o presidente Osvaldo Sestário, o atual diretor de futebol Pérsius Sampaio e o técnico Ivair Cenci, ocorrida na noite de ontem em um hotel da cidade, definiria os verdadeiros alvos para as contratações.
Em relação ao custeio da Segundona, o diretor de marketing Peter Silva, dirigente também do Clube Brasil, disse ontem que a camisa alviceleste ganhará novo design e terá dois patrocinadores. Segundo ele, uma empresa pode aplicar R$ 4 milhões no campeonato, em troca de cessões de espaços na publicidade estática, na manga da camisas oficiais e do direito de batizar a competição.

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