Lico não fala sobre acusações de Nem
Em entrevista à Rádio Paiquerê AM, o meia Nem, dispensado no mês passado, afirmou ontem que o supervisor Antonio Nunes, o Lico, seria procurador de alguns jogadores que integram hoje o elenco do Londrina. Não citou nomes, muito menos apresentou provas. A Folha tentou confirmar a história com o próprio jogador, mas o telefone celular dele estava desligado.
Lico disse ontem que se pronunciará sobre o caso somente quando tiver a fita da entrevista em mãos. ''Vou solicitar isso para a rádio'', afirmou. ''Não sei o que ele falou, mas se falou isso mesmo vai ter que provar''.
O dirigente planeja, assim que se inteirar da polêmica, convocar uma entrevista coletiva. Os meias Jackson e Neném, recém-contratados pelo Tubarão, vieram do Guarani, de Palhoça, clube no qual o supervisor trabalhou na última temporada.
O técnico Raul Plassmann também preferiu falar pouco sobre o caso. ''Sei que ele não é. Sei que o Lico é uma pessoa boa que gosta de ajudar todo mundo para proteger jogadores de empresários e dirigentes''. (G.G.)





