Levir Culpi apela até por WO contra o Paysandu
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quarta-feira, 25 de setembro de 2002
Agência Estado 
Jarinu - A entrevista coletiva do técnico do Palmeiras, Levir Culpi, estava no fim, quando um repórter lhe perguntou se preferia enfrentar um adversário retrancado ou que atacasse. O comandante palmeirense não pensou muito para responder. ''O melhor seria o WO, eles perderem o avião e não jogarem contra a gente.'' O adversário de hoje, às 20h30, no Palestra Itália, a que o treinador se referiu, é o Paysandu, que está na penúltima posição e luta contra o rebaixamento. Levir falou sobre o WO em tom de brincadeira, mas a realidade no Palestra Itália é que qualquer equipe põe muito medo no Palmeiras na atual circunstância.
O confronto é, como gostam de dizer os jogadores, daqueles que valem seis pontos. Ou seja, tão importante quanto somar os três pela vitória é tirar três do rival. O Paysandu é concorrente direto na briga contra o descenso. O Palmeiras tem só sete pontos, segura a lanterna da competição e, se vencer, se igualará, na tabela, ao adversário desta noite.
Só que o Paysandu tem dois jogos a mais por fazer. Os jogadores encaram a partida, mais uma vez, como uma verdadeira decisão. Se tropeçar, o time ficará seriamente ameaçado pelo rebaixamento. E será difícil reverter o quadro. Nas próximas três rodadas, a equipe só terá clássicos: Santos, São Paulo e Portuguesa.
O Palmeiras terá o retorno de Marcos, Arce e Zinho. O zagueiro Leonardo entra no lugar de Thiago Matias. Rubens Cardoso, machucado, deverá ficar fora e Leonardo Moura, lateral-direito, será improvisado na esquerda.


