DivulgaçãoVantagem paulistaEm Jundiaí, jogadoras do Leites Nestlé comemoram a vitória de ontem por 3 a 0 sobre o Rexona, do ParanáA equipe do Leites Nestlé começou bem, ontem, a disputa pelo tetracampeonato da Superliga Feminina de vôlei, nesta temporada em final contra o Rexona/Paraná, de Curitiba. O playoff, com melhor de cinco jogos, foi aberto com 3 sets a 0 e parciais de 15/13, 15/11 e 15/12, em 1h42, a favor do Leites Nestlé, que jogou em seu ginásio, o do complexo poliesportivo Doutor Nicolino de Luca, o ‘‘Bolão’’, em Jundiaí. Dirigida por Sérgio Negrão, a equipe do Leites Nestlé continua sendo a única a conseguir bater o Rexona, dona da melhor campanha da Superliga 97/98.
Apesar de estreante no campeonato, a equipe de Curitiba, que tem Bernardo Rezende de Souza, o Bernardinho, como técnico, chegou à final com 26 vitórias em 28 jogos - suas duas derrotas aconteceram diante do Leites Nestlé. A terceira, hoje, foi marcada por um crescimento do time anfitrião, que saiu da desvantagem de 7 a 12 no placar do primeiro set, fechando-o em 15/13. No segundo set, o time que teve como destaques a norte-americana Tara Cross-Battle, Denise e Karin Negrão, todas atacantes, partiu para a ofensiva e fechou em 15/11. Depois de abrir 5 a 1 no terceiro set, o Leites perdeu a liderança do placar, com ataque da adolescente Érika Coimbra, 17. A levantadora Fernanda Venturini, 27, comandava a equipe. Houve empate em 10/10, e em 12/12, quando Denise fez dois pontos e levou o Leites a 14/12. O tie-break começou, e a equipe da casa escolheu receber, para então fechar o jogo em 15/12. ‘‘Tivemos um bloqueio bom, que começou irregular, mas cresceu e nos permitiu anular a Erna e a Érika, as principais atacantes do Rexona’’, disse Sérgio Negrão. ‘‘Apesar do placar, foi um jogo dificílimo, em que tivemos de ser mais agressivas eficientes para fechar os pontos’’, afirmou Karin. Segundo Andréa Marras, levantadora do Leites Nestlé, a obrigação do time vencer em casa, fez com que a equipe entrasse em quadra com a determinação de ganhar a qualquer custo, tendo sido uma das razões para a vitória. Para Fernanda Venturini, do Rexona, a equipe pecou pela falta de experiência, uma vez que, quando conseguiam abrir uma vantagem no jogo, o Leites Nestlé corria atrás e revertia a situação, provando ser um time acostumado a jogar finais. As segunda e terceira partidas da final serão disputadas no ginásio de esportes Almir de Almeida, Tarumã, em Curitiba, no próximo domingo e no dia 3 de maio, respectivamente. Se necessário, haverá um quarto jogo, em Jundiaí, no dia 7, e um quinto jogo, novamente em Curitiba, no próximo dia 10.
O Leites Nestlé começou com Andréia Marras, Denise, Danielle, Virna, Karin e Tara, depois entraram Josiane, Miriam, Maria Estela, Tatiana e Maria Angela. O Rexona com Érika, Erna, Ana Maria, Estefania e Fernanda e mais Kika, Valeska e Raquel.

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