A China, vice-campeã olímpica em Atlanta, em 96, será a adversária mais difícil da seleção brasileira feminina de vôlei, neste fim de semana. O time do técnico Bernardo Rezende, o Bernardinho, joga a última rodada da fase de classificação do Grand Prix Mundial buscando vaga nas semifinais. O restante do grupo é formado por seleções mais fracas - Estados Unidos e Japão, último e penúltimo colocados, respectivamente. Ontem, a preocupação da equipe era com a atacante Leila, a melhor pontuadora da segunda rodada. Com fortes dores nas costas, foi poupada do treino da tarde.
O Brasil estréia no grupo de Xangai, contra os Estados Unidos, amanhã, às 10 horas (de Brasília). Depois enfrenta o Japão, no sábado, e a China, no domingo. Está em quarto lugar, depois de perder três jogos e ganhar os três seguintes, incluindo uma vitória sobre Cuba. No grupo de Chennai, na Índia, jogam Rússia, Coréia do Sul, Itália e Cuba. Os três melhores fazem a semifinal e a final, dias 12 e 13, em Hong Kong. Por ser país-sede a China já está classificada.
O técnico chinês, Lang Ping, disse ontem que tem um ‘‘enorme respeito pelo Brasil’’. Afirmou que, com jogadoras de muito talento, a equipe pode superar o fato de ainda não estar bem preparada. Bernardinho observou que dando continuidade ao trabalho ‘‘é normal que apareçam bons resultados, como a vitória contra Cuba’’.

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