Curitiba - A Lei Pelé, aprovada no ano passado e que prometia revolucionar o esporte, principalmente nas relações entre atletas e clubes, foi um dos principais alvos das críticas dos dirigentes na reunião da Comissão de Reestruturação do Futebol, ontem, em Curitiba.
Na opinião deles, o futebol está nas mãos dos procuradores e empresários, que muitas vezes, segundo os cartolas, inflacionam os preços e salários dos atletas, além de prenderem o jogador por toda a vida.
‘‘No Nordeste existem garotos com 13 anos que têm procuradores. Os empresários oferecem fogão e geladeira e conseguem a tutela. Com os clubes, pelo menos eles recebiam atendimento médico, educação e casa’’, afirmou Carlos Alberto de Oliveira, da Federação Pernambucana de Futebol.

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