Lei de incentivo favorece esporte coletivo
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domingo, 03 de fevereiro de 2002
Lúcio Flávio MouraReportagem Local 
Os esportes coletivos que têm equipes em campeonatos nacionais consumirá cerca de 40% do total dos investimentos previstos pela Lei Municipal de Incentivo ao Esporte para 2002.
No total, através da renúncia de 65% do valor líquido do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), o Município irá transferir cerca de R$ 2,29 milhões para 44 projetos aprovados, entre eles o Projeto Futuro, trabalho social que atende milhares de crianças em 40 pólos espalhados pela cidade.
Em 2000, o número de projetos aprovados foi de 16, e em 2001, 38. No ano passado, o valor total foi de apenas R$ 1,3 milhão e só passou a vigorar a partir de maio. Decidimos adiantar a discussão para possibilitar que os favorecidos aproveitem as primeiras parcelas de quem quer ajudar, justificou Oscar Filla, diretor técnico da fundação.
A definição dos valores foi acertada na última semana após uma série de reuniões com os membros do Conselho de Administração da Fundação de Esportes, que gerencia os recursos. A novidade é o valor destinado ao vôlei quarta modalidade mais beneficiada, que deve pleitear seu retorno a liga nacional nesta temporada. Os outros primos ricos do esporte londrinense são o basquete, futsal e handebol feminino. Juntos eles gastarão R$ 900 mil por ano. Os primos pobres são a luta de braço e o kickboxing, com cerca de R$ 4 mil. Outros 24 projetos foram recusados.


