De acordo com o presidente do Londrina, Cláudio Canuto, a intenção da diretoria é tentar conseguir um novo contrato de cessão por mais 20 anos e manter a sede administrativa do clube no VGD. Porém, não está nos planos da gestora, segundo o dirigente, mandar jogos do time profissional por lá. A ideia é usar o local para treinos, para a escolinha do clube, que já funciona lá, e para jogos das categorias de base.
Torcedores até criaram campanhas nas redes sociais na tentativa de sensibilizar cartolas e políticos pela volta dos jogos no estádio. ''Se nós tivermos a concessão, temos um projeto de reestruturação para o VGD. Porém, não está nos planos do Sérgio (Malucelli, gestor do departamento de futebol) mandar jogos aqui (no VGD)'', garantiu Canuto. ''Até sugeri a ele usar o VGD como forma de preservar o Café, já que teremos outros times usando no ano que vem'', disse, se referindo ao Cincão, que também disputará a Primeira Divisão, e à Portuguesa Londrinense, da Terceira Divisão.
Sobre a manutenção do VGD, Edson Henrique, que trabalha no Londrina há 25 anos e há 20 é o responsável pelo estádio, contou que o clube fez muitas readequações neste período. ''Se pegar a planta original e comparar vai ver que está bem diferente'', comentou.
Das reformas solicitadas para liberação do VGD, a única que falta é a marquise das arquibancadas cobertas. Os vestiários foram reformados, assim como o setor administrativo, que fica em frente ao terminal rodoviário.
''Não podemos investir no VGD devendo para os outros'', frisou Canuto, lembrando que usou o dinheiro que entrou no caixa do clube durante sua administração para saldar as dívidas trabalhistas. ''Acho que o próximo prefeito pode trocar o gramado e resolver o problema da marquise. Daí a gente toca o resto''. (T.M.)

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