LEC ganha fôlego para salvar sede campestre
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segunda-feira, 17 de abril de 2006
Thiago Mossini<br>Reportagem Local 
O Londrina ganhou mais um tempo para sua missão quase impossível: tentar salvar a sede campestre, que foi à leilão para o pagamento de dívidas das mais diversas. Ontem, foi realizada a quarta praça do leilão, e novamente não apareceu nenhum interessado, caracterizando a praça negativa. Em 2004 aconteceu a primeira, em 2005 a segunda e no início do mês a terceira praça. Nova data ainda será agendada, provavelmente para agosto.
A dívida que motivou o leilão é de cerca de R$ 1,6 milhão. Mas já existem outras execuções na fila de espera por novas penhoras. São pendências trabalhistas, com fornecedores e até dívidas com o município.
Como a área de aproximadamente 120 mil metros quadrados foi doada pelo governo estadual em 1961, a Procuradoria Geral do Estado tentou suspender o leilão, alegando que não havia sido intimada. O pedido, entretanto, foi indeferido.
Enquanto luta para manter a Sede Campestre, o clube acerta os detalhes de sua sede social. Ontem à tarde foi finalizada a mudança para o prédio da Associação Médica de Londrina, na rua Maestro Egídio Camargo do Amaral, em frente à Concha Acústica. A antiga sede, no VGD, servirá de alojamento para garotos das categorias de base.
Time O técnico Pinheiro segue a preparação do time para a disputa da Divisão de Acesso. Esta semana ele deve definir o elenco que disputará a competição. Dois amistosos estão próximos de serem confirmados. O primeiro seria contra uma seleção amadora de Siqueira Campos (90 km ao sul de Jacarezinho) e a outra com o Assisense, em Assis, que disputa a Segunda Divisão do Paulistão.


