O presidente em exercício do Londrina, Agostinho Miguel Garrote, defende uma ‘‘pressão diplomática’’ junto à prefeitura para rever o corte de verbas da Lei de Incentivo ao Esporte Amador. O dirigente acredita que a reunião de segunda-feira com o prefeito Jorge Scaff possa trazer algum alento para o futebol de base do Londrina e para as modalidades atingidas pelo fim do repasse do dinheiro via Lei de Incentivo.
As categorias de base do clube – num total de 75 atletas – são beneficiadas pela lei através do patrocínio mensal de R$ 12 mil de impostos gerados pela Grande Londrina (empresa de transporte coletivo). O corte revoltou Garrote. ‘‘Existe um contrato documentado e temos que honrar os compromissos assumidos. Acho que dois meses a mais não vão desestruturar a prefeitura’’, disse ele.

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