Nem o Londrina e nem o seu parceiro no futebol devem apresentar propostas para concorrer a licitação, que irá terceirizar a administração do Estádio do Café. "A princípio não há interesse. O modelo não é interessante", afirmou o gestor Sérgio Malucelli.
De acordo com ele, o estádio ainda requer muitas melhorias e a projeção só para a manutenção do local seria de pelo menos R$ 50 mil mensais. "Foram feitas algumas coisas, mas ainda é muito pouco. Lembrando ainda que a reforma dos vestiários, por exemplo, foi feita por nós com a promessa de ressarcimento, o que não aconteceu", revelou. "No fim do ano passado, o Londrina pagou mais de R$ 1 milhão de reais de IPTU atrasado e se esperava que este dinheiro fosse investido, na íntegra, no Café. Infelizmente, não foi isso que ocorreu", criticou. Sozinho, o LEC também não tem condições de assumir a administração do local.
Atualmente não há cobrança de aluguel por parte da Fundação de Esportes (FEL) para as equipes que mandam seus jogos no Café. Por outro lado, o município arrecada 3% da renda bruta, referente ao Imposto Sobre Serviço (ISS). (L.F.C.)

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