Hoje sai do papel a parceria que vai terceirizar o futebol profissional do LEC. Diretoria executiva e representantes do grupo gestor, liderado pelo empresário Iran Campos, presidente da Londrina Júnior Team (LJT), assinam o contrato de parceria, às 19 horas, na sede da Liga de Futebol de Londrina (sul da cidade), em assembléia extraordinária marcada pelo Conselho Deliberativo (CD) do clube.
Depois de um período de exigências mútuas, que vinham impedindo a viabilização do acordo, as duas partes abriram mão de alguns pontos do contrato e chegaram num consenso.
O entrave do ressarcimento de aproximadamente R$ 50 mil, quantia investida por alguns membros da atual diretoria no primeiro semestre, também foi aparentemente solucionado. ''Uma parte disso eles (grupo gestor) se comprometeram a pagar, a outra ficará a cargo do clube. Se houver, por exemplo, um superávit no fim do ano tiramos o dinheiro daí. Ou então, o reembolso ficará condicionado a venda de algum jogador'', explicou ontem Osvaldo Sestário, presidente do Londrina.
A claúsula que previa uma multa rescisória de R$ 300 mil em caso de quebra de contrato foi extinta. Em contrapartida, segundo Sestário, o grupo gestor se comprometeu em honrar o contrato mesmo com eventuais penhoras na arrecadação de jogos oficiais. Na reunião, o contrato passará por um processo de apreciação antes de ser definitivamente celebrado.
Contratações O LEC continua atrás de mais um meia-ofensivo e um goleiro para fechar o elenco. Ontem, o gerente de futebol Adriano Coelho estava em viagem agilizando a documentação do atacante Negreti. Segundo o presidente do LEC, o meia Nenê, ex-São Bento, tem de ''80% a 90% de chances de ser contratado.''

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