O vice-presidente de futebol do Londrina, João Vilson Antonini, o Kiko, divulgou ontem o nome dos primeiros reforços do clube para a disputa da Copa Paraná, prevista para começar em junho. A primeira remessa de contratações tem quatro jogadores. São dois atacantes, um goleiro e um zagueiro.
O goleiro Ilton, 21 anos, começou a carreira no Atlético-PR e está no Extrema-MG, da Segunda Divisão de Minas Gerais. O zagueiro Charles passou por São Paulo e PeÀarol, do Uruguai, o atacante Rodriguinho, de 1m61, já jogou no Figueirense e, por fim, o atacante Deco, 22, já passou por Osasco-SP, Inter de Limeira e São Bernardo-SP. Os jogadores chegam com parte dos salários pagos por seus empresários. Eles são os primeiros avalisados pelo técnico Mauro Madureira e devem chegar à cidade entre hoje e amanhã.
Desde terça-feira, Kiko, o coordenador de futebol Walter Negreiros e o presidente Peter Silva se reúnem para discutir os possíveis reforços para o clube. Na semana passada, os diretores viajaram com Madureira para o interior paulista para observar jogadores e elaboraram uma lista com 20 nomes.
Kiko ainda aguarda uma definição do treinador em relação aos jogadores oferecidos pelo Santos, como o volante Vinícius, 23, e o atacante Júnior, 20, que não estão nos planos do técnico Vanderlei Luxemburgo. ''Ainda não podemos divulgar nomes porque não há nada certo, mas trata-se de bons jogadores, que já foram aproveitados por Luxemburgo no elenco principal da equipe paulista'', disse o vice de futebol ao site oficial do clube, que deve agendar para o fim da próxima semana o primeiro amistoso do novo time.
Quem está bem próximo de acertar é o lateral-direito Tiago, revelado pela Londrina Junior Team e que estava no Atlético-PR.
Enquanto uns chegam, outros vão embora. O atacante Alan já não está mais nos planos da diretoria. Ele deve embarcar nos próximos dias para o Rio de Janeiro para se apresentar ao Fluminense. Quem também dificilmente ficará é o artilheiro Diego Silva. O contrato do jogador vence dia 20 de maio e o América-RN, dono de seus direitos, quer R$ 200 mil para liberá-lo.

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