O técnico Emerson Leão afrontou em Tóquio duas vezes o ‘‘poder central’’ da parceria CBF/Nike. Sexta-feira de manhã, horas antes de trocar um tênis da Nike por outro da Adidas em frente às câmaras, ele duvidou da palavra do presidente Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira. Leão se disse ressabiado com o anúncio, feito pelo dirigente, de que terá 15 dias para treinar a seleção antes de jogos das eliminatórias, fruto de um acordo da CBF com clubes nacionais e estrangeiros. Embora o desfecho da negociação tenha sido anunciado por Teixeira como uma medida oficial e garantida, o técnico empurrou a informação para o campo da especulação.

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