Rio - A grande menina dos olhos do COB, no entanto, é o Laboratório Olímpico, projeto que pretende equiparar a preparação dos atletas de ponta do Brasil com a das principais potências esportivas. Promessa também do ano passado, ainda está na fase de captação de recursos e aquisição de equipamentos. O prazo estabelecido para inauguração é dezembro deste ano.
Cerca de R$ 13 milhões serão arrecadados pela FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos do Ministério da Ciência e Tecnologia), ligada ao Ministério da Ciência e Tecnologia. Os recursos são geridos pela Fundação Coppetec (Coordenação de Projetos, Pesquisas e Estudos Tecnológicos) - instituição ligada à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) -, que também cuida do processo de licitação das obras de adequação e compra de equipamentos.
Neste laboratório serão realizadas pesquisas nas áreas de bioquímica, biomecânica, fisiologia do exercício, fisioterapia esportiva, medicina esportiva, entre outras. Segundo Bichara, alguns equipamentos já foram adquiridos e, hoje, o COB os leva aos locais de treinamento de certos esportes, enquanto a estrutura não é inaugurada.
Durante as Olimpíadas de 2016, o Maria Lenk será utilizado apenas nas disputas de polo aquático e saltos ornamentais. Para as provas de natação será construído um novo parque aquático, com maiores dimensões e capacidade de público. (L.M./A.E.)

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