O que falar de um clube que vai para o seu quarto treinador, em dez meses? Que tem uma folha salarial absurda, mesmo com um elenco fraco? Que faz do seu futebol uma vitrine para empresários e, em plena crise, mantém um único atleta que não rende nada (Carlos Eduardo) ganhando R$ 500 mil por mês? Enquanto isso, a torcida é sufocada com ingressos caríssimos, com uma camisa oficial e o Programa Sócio-Torcedor mais salgados ainda, e o time só dá vexames no Brasileirão. Em relação ao clube, enquanto eles prometem um estádio novo e se vangloriam das leis de incentivo conquistadas para o esporte amador, as piscinas e o ginásio da Gávea estão sem reforma. As obras do CT estão paralisadas e os atletas do basquete, único esporte vitorioso na temporada, estão com seus salários e premiações atrasadas. As dívidas estão sendo pagas? Ótimo! Mas em contrapartida, o departamento de futebol do clube está sangrando.
NO MUNDO DA BOLA

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