L! activo
Mudaram o nosso nome, mas reformaram a nossa casa. E quando é própria, é sempre maior. Quando é o antigo Palestra Itália, alcunhado como Parque Antarctica, é Palmeiras. É mais. Agora, a partir de 2014, pode ser chamado como Allianz Parque. Foi na nossa casa que o nosso adversário, Zapata, jogou no canto direito de Marcos. O nosso santo. A nossa primeira e única Libertadores. Trocaram o nome no dia em que Marcos, de mão trocada, eliminou o Corinthians em 2000. Treze anos depois. Ele nos buscou o orgulho mais fundo. Em outro campo. No Morumbi. Mas foi no Palestra que Ademir deu Guia ao apelido de Divino. Que Edmundo virou animal. Que Evair, desacreditado por hérnia de disco, foi matador de um jejum de 16 anos e 10 meses de falta. A localização é a mesma. A residência é a de sempre, mais bonita. Mais moderna. Não se perca pelo caminho, torcedor. Entre pela Rua Turiassu e morra de Palmeiras. Viva desse amor que não tem nome. Ou até tem: Allianz Parque
GUILHERME CIMATTI





