L! activo - Chega de Samba
PUBLICAÇÃO
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
GUILHERME CIMATTI 
Ainda que caia e se disfarce na multidão do futebol mundial. Que se detone sozinho com as piores diretorias e os mais baixos alviverdes de um Palmeiras inteiro e ainda intacto. Ressurgindo com Brunoro e Nobre, em uma Segunda Divisão de um primeiro colocado no jogo brasileiro no século passado. Que troque Barcos, único mais próximo do cargo de ídolo, por um pacote indolente e cheio de dúvidas. Um argentino que não quis mais ser Palmeiras, porque o time caiu. Ele caiu junto. A diferença de Hernán é que ele não conseguirá pular da grama para a Copa de 2014. Nem em um time, digamos assim, de tempos de elite. Mas grandes não caem. Levantam se. São. Mesmo não estando. Continuam sendo. O Palmeiras é feito de torcida e de feitos imprescindíveis. Porque um Palmeiras não se carrega. Não se vende. Nem se pensa em trocar. Um eterno grande, feito Palmeiras, merece amor e respeito. O maior Palmeiras quer uma batida de sucesso. E não mais um samba para dançar.
GUILHERME CIMATTI


