Depois de percorrer 10.245 km entre a Europa e a África, em 18 dias, chegou ao fim domingo o 20º Rali Paris-Dakar, considerada a edição mais difícil da competição desde sua criação. E, mais uma vez, o Brasil cruzou a linha de chegada em Dakar, com o piloto Klever Kolberg, da equipe BR Lubrax, que com seu Mitsubishi Pajero e o navegador Pascal Larroque, terminou a prova em quinto lugar na categoria Maratona e 16º na geral.
‘‘Foi um ótimo resultado. Há muito tempo não participava de um rali tão difícil’’, afirmou o brasileiro. Nos carros, o campeão foi o francês Jean-Pierre Fontenay (Mitsubishi) e, nas motos, o seu compatriota Stephane Peterhansel (Yamaha).
‘‘As máquinas japonesas lideraram o rali deste ano. Foram campeãs nas motos, com a Yamaha; nos carros, com a Mitsubishi; e vice-campeã nos caminhões, com a Hino’’, contou o piloto André Azevedo, que este ano não competiu, mas acompanhou o Paris-Dakar levando três jornalistas brasileiros. Jean Azevedo, que em 97 havia vencido a categoria Motos Produção, teve de abandonar a prova durante a 13ª etapa, depois que o motor de sua KTM quebrou. Ele estava liderando na categoria Maratona.

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