Kléber dribla os críticos e vira ídolo rubro-negro
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domingo, 11 de fevereiro de 2001
Fernando Tupan De Curitiba 
Quando o Atlético contratou Kléber muita gente duvidava que um jogador do Moto Clube, do Maranhão, pudesse suceder jogadores como Paulo Rink, Ozéas e Tuta. O jogador passou por alegrias e privações. De imediato ganhou a posição de titular e críticas ao seu futebol moleque, cheio de finta e alegria. Seus algozes não entendiam porque ele realizava grandes jogadas e não conseguia marcar gols com a mesma intensidade. Kléber acabou se tornando uma sombra do atacante Lucas, hoje no Rennes, da França. Somente após a saída de seu antigo companheiro, no segundo semestre do ano passado, é que ele começou a ser firmar.
Em 2001, começou a desmontar as defesas adversárias. Em apenas seis partidas, três pelo Campeonato Paranaense e três pela Copa Sul-Minas, o centroavante marcou 11 gols, uma média de 1,83 gol por partida a maior do futebol brasileiro neste início de temporada. Estou trabalhando para manter a média. Mas as dificuldades aumentam a cada partida. Contra o Coritiba não vai ser moleza vencer o goleiro Ney. Vou para o clássico com a intenção de marcar gols. Se não der, tudo bem. Minha intenção é fazer com que o rubro-negro conquiste três pontos. O técnico Carpegiani confia tanto no artilheiro que lhe deu a braçadeira de capitão.


