Kaká volta para comandar equipe dentro de campo
Campo Grande - Kaká é o cara. A seleção brasileira tem outros craques de renome, de reputação internacional, mas ele chama todas as atenções. A passagem por Campo Grande para enfrentar a Venezuela, hoje, na despedida das Eliminatórias da Copa, é mais uma prova disso.
Kaká é o jogador da seleção que recebe o maior assédio. E engana-se quem pensa ser apenas do público feminino. As ''kakazetes'' hoje dividem o espaço com crianças, adolescentes, adultos e idosos. Ele é um exemplo de conduta para todos, tem o estereótipo ideal de ídolo.
Diante de todo o assédio, o craque do Real Madrid não deixa de distribuir sorrisos, dar autógrafos, tirar fotos, acenar e ser atencioso sempre que os fãs o procuram. Assim, Kaká exerce, sempre com muita classe, o status que alcançou jogando bola.
A postura elogiável, porém, vai muito além de ser simpático fora de campo. Kaká é ídolo principalmente pelo que faz em campo. Ele vai ao Mundial da África do Sul como o craque do time de Dunga, o jogador que é fundamental para o sucesso da seleção brasileira. ''Quero chegar bem e vou me preparar muito'', prometeu Kaká, que sempre pede uma preparação mais séria da seleção para 2010. A última vez foi na Granja Comary, na semana passada, antes do jogo contra a Bolívia. ''Não podemos repetir 2006'', disse ele, lembrando da Copa da Alemanha. (Agência Estado)





