São Paulo - Eleito o melhor jogador do mundo pela Fifa, Kaká já viveu dias difíceis e chegou a ter uma crise com a torcida do São Paulo, clube em que foi revelado. O jogador recebeu fortes fortes críticas dos torcedores em 2003, pouco antes de ser negociado com o clube italiano. Chegou a ser chamado de ''pipoqueiro'' após atuações apagadas.
Além disso, contusões seguidas e convocações para a seleção Sub-20 transformaram Kaká em um turista no São Paulo naquele ano. No Brasileiro-2003, até ser negociado com o Milan, o meia tinha participado de apenas dez dos 25 jogos do time - ou seja, perdeu 60% dos compromissos.
Depois de chegar ao clube italiano, o jogador, em entrevista à Folha de S.Paulo, minimizou o mau momento que passou no time do Morumbi. ''As vaias eram feitas por um grupo de torcedores que não representam a torcida do São Paulo, que sempre foi maravilhosa comigo. Sinto o carinho deles sempre que estou no Brasil e guardo todos os ótimos momentos que passei no São Paulo. Acompanho os jogos do Tricolor. É meu time do coração, além de eu ter muitos amigos que ainda estão lá'', afirmou o jogador.
Kaká afirmou recentemente que pretende ser pastor após abandonar os gramados. Evangélico, o meio-campista ganhou popularidade ao longo da carreira com seu jeito de ''bom moço''. ''Eu gostaria muito (de ser pastor), mas será um longo caminho. É preciso estudar teologia, fazer um curso, se aprofundar na estudo da Bíblia'', disse o jogador. (Folhapress)

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