Corinthians (3 x 1), Ponte Preta (2 x 1) e São Paulo (2 x 0). Só bateu o Vitória (2 x 1). O aproveitamento é deprimente: 24 4%. A perspectiva é tão ruim que nem uma eventual vitória contra o Botafogo melhora substancialmente o quadro. Faltam dez jogos ao time, dos quais apenas quatro em seu estádio. Insatisfeito com o rendimento do time, Gílson Nunes pretende mexer em várias posições. Poderá, por exemplo, entrar Hélder no lugar de Mabília no meio campo. E o ataque titular, formado por Maurílio e Mirandinha, de fraca atuação contra o São Paulo, também está na mira do treinador. Há chances de Cris e Everton Luis aparecerem na frente. O zagueiro Picolli cumpriu suspensão automática e retomará seu lugar. Mas seu colega de zaga, Indio, continua machucado. Sandro Barbosa será o outro zagueiro. Juventude: Emerson; Marcos Teixeira, Picolli, Sandro Barbosa e Denis; Pedrinho, Flávio, Lauro e Mabília (Hélder); Maurílio (Cris) e Mirandinha (Éverton Luís). Técnico - Gílson Nunes.Por Ayrton Centeno Porto Alegre, 21 (AE) - O Juventude repete amanhã, no Rio de Janeiro, contra o Botafogo, a final da Copa do Brasil, em uma situação marcada por uma ironia do futebol: atual campeão, o Juventude, enfrenta o vice, Botafogo, não para ver quem erguerá a taça, mas debatendo-se ambos para escapar da lanterna do Brasileiro e do rebaixamento. Na Copa do Brasil, o clube de Caxias do Sul levou a melhor: venceu em casa (2 a 1), sustentou o 0 a 0 no Maracanã e sagrou-se campeão. Agora, o desafio do Juventude é ganhar a sua primeira partida fora de casa, justamente contra um time motivado pela primeira vitória na competição. No fim-de-semana, o Juventude perdeu mais uma: 2 a 0 para o São Paulo, no Morumbi. A equipe jogou 11 vezes e conseguiu apenas oito pontos. Somente seu adversário carioca pontuou menos. No Brasileiro, o time está no terceiro técnico. Hoje, é Gílson Nunes. Antes, foram Walmir Louruz e Heron Ferreira. Seu retrospecto indica cinco empates: Grêmio (1 x 1), Cruzeiro (0 x 0), Internacional (0 x 0), Paraná Clube (2 x 2) e Botafogo/SP (1 x 1). Perdeu outras cinco partidas: Palmeiras (3 x 1), Guarani (1 x 0)

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