São Paulo - O presidente do São Paulo elogiou a atuação do time contra o Nacional, do Paraguai (vitória por 3 a 0), nesta quinta-feira, no Morumbi. ''Gostei. Foi vistoso, determinado e jogou com muita competência'', disse Juvenal Juvêncio.
Mas o mandatário tricolor ainda não pagou o bicho dos jogadores relativo às outras duas vitórias da equipe na Taça Libertadores - contra os próprios paraguaios e também o Monterrey, ambos por 2 a 0.
O elenco são-paulino ficou chateado. Muitos interpretaram a situação como uma traição do presidente. ''O acertado sempre foi que se tivesse vitória teria bicho. Nós esperamos, é uma coisa normal. Desde que cheguei aqui, em 2008, é assim'', reclamou o volante Jean.
Mas os jogadores evitam falar em valores e tentam não se indispor com Juvenal, ainda mais agora que ele falou bem da equipe pela primeira vez na temporada. O goleiro Rogério Ceni minimizou a questão. ''Não existe acordo para bicho. É uma premiação extra se o presidente achar justo'', opinou o capitão da equipe, com 18 anos de clube nas costas.
''O São Paulo nunca deixou de pagar premiação, muito pelo contrário. O clube sempre valorizou as conquistas. Mas cada um tem seu salário e trabalha por ele todos os dias. Geralmente, quando você obtém classificação para outra fase, a diretoria acha justo premiar os atletas'', completou Rogério.
O Tricolor volta a campo amanhã pelo Campeonato Paulista diante do Mogi Mirim, novamente, no Morumbi.

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