São Paulo - Apesar de ter deixado o hospital quinta-feira, a vida de Diego Armando Maradona, 43 anos, ainda corre perigo. E a Justiça pode obrigar o ex-jogador a voltar ao hospital.
De acordo com a lei argentina, um juiz pode obrigar a internação de um usuário de drogas. Para isso, é necessário um pedido da família. Maradona foi internado no dia 18 de abril com problemas cardíacos e respiratórios. Por conta própria, deixou o hospital.
Osvaldo Curci, professor da Universidade de Buenos Aires, diz que o problema é grave. ''Ele corre risco de ter novo problema no coração. Alguém tem que intervir'', apelou o médico.
Segundo ele, Maradona necessita perder peso fazendo alguma atividade física e parar de consumir álcool e drogas. Alheio a esse debate, Maradona pensa em retornar a Cuba depois do aniversário de Gianinna, sua filha, no dia 21.
Ontem, em seu primeiro dia fora da clínica, Maradona jogou golfe e assistiu a um jogo do Boca Juniors pela televisão na chácara de um amigo, que fica na região de General Rodríguez, a cerca de 50 quilômetros de Buenos Aires.
Depois de sair voluntariamente da clínica Suíço-Argentina, mesmo sem receber alta, Maradona passou as primeiras horas em companhia de seu médico particular, Alfredo Cahe, e amigos, mas longe dos familiares diretos, que estiveram com ele durante o período de internação.
De acordo com o jornal argentino ''Clarín'', a ex-esposa de Maradona Claudia VillafaÀe foi contra o ex-jogador deixar a clínica e não quis que ele ficasse hospedado na casa que eles compartilhavam antes do divórcio.
Cruzeiro O clube mineiro anunciou ontem a contratação do atacante chileno Héctor Tapia, que estava no Lille, da França. O jogador, 26 anos, foi contratado por empréstimo, sem ônus financeiro para o clube, que ficará responsável pelos salários do atleta. Ele deverá assinar contrato por um período de 14 meses e seus direitos econômicos foram fixados em dois milhões de euros.
De acordo com dirigentes celestes, a contratação de Tapia foi avalizada pelo volante Maldonado, seu compatriota. Os dois chilenos iniciaram carreira no Colo Colo e fazem parte da seleção de seu país que disputa as Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2006.

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