Desde o começo a proposta do presidente da Federação Paulista de Futebol, Eduardo José Farah, de saída dos times paulistas do atual Campeonato Brasileiro era tida como fora de hora. Era blefe. Farah deu um tiro de canhão, que virou traque. Mas o alvo era mesmo um cambalacho no seu próprio terreiro, o Campeonato Paulista de 1998, inchado agora, pela proposta do dirigente, para 48 equipes. Todo o estardalhaço e teatro encenado pelo presidente da Paulista, começou, curiosamente via telefone em todas as ‘‘mesas-redondas’’ esportivas das televisões no último domingo. Nos dois dias seguintes Farah não se cansou de ir a programas de rádios e dar entrevistas para explicar a ‘‘revolução’’ que estava propondo no Brasileiro. Haja paciência

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