O Campeonato Mundial da Alemanha, de 26 a 29 de julho, será a competição internacional mais importante do ano para os judocas do Brasil, com a Confederação Brasileira de Judô (CBJ) sob nova direção – depois de 20 anos no poder, a família Mamede afastou-se em março. O novo presidente, Paulo Vanderley, ainda não conseguiu acertar as pendências que impedem a entidade de receber verbas públicas e o judô precisou da ajuda da Secretaria Nacional de Esportes, por meio do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), para ter os R$ 125 mil necessários para as passagens e hotel na Alemanha.
‘‘O que mudou foi o clima na seleção. Os judocas estão otimistas e voltou a existir a relação de confiança entre atletas, comissão técnica e dirigentes’’, disse o coordenador-técnico Ney Wilson. ‘‘Estou mais tranquila tendo à beira do tatame um técnico que conhece as atletas’’, afirmou a judoca Fabiane Hukuda, referindo-se a Floriano de Almeida que é o novo treinador.

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