Jornalistas também vivem emoções no Oeste
PUBLICAÇÃO
quinta-feira, 02 de outubro de 1997
Isnard Cordeiro Foz do Iguaçu 
Assistir a uma prova de rafting ou mesmo subir num balão garantemsensações e emoções para os atletas. Disputar um triathlon é realmente para quem está muito bem preparado, como também correr numa maratona. E parte dessas sensações fortes que a grande maioria dos atletas viveram, vivem ou vão viver ainda nos dias que faltam para o final dos Jogos Mundiais da Natureza, está sendo vivida também por parte daqueles que fazem a cobertura jornalística desse importante evento mundial. Chegar à Garganta do Diabo não foi emoção apenas para os atletas. Vários jornalistas, fotógrafos e cinegrafistas sentiram essa sensação, no início da semana, durante a etapa decisiva do rafting.
Entrar num bote à motor, subir num helicóptero sem a porta, andar na traseira de uma moto, no capô de um carro ou mesmo num caminhão dos Bombeiros passou a ser coisa do passado para fotógrafos e principalmente cinegrafistas que estão sempre buscando ângulos para as melhores imagens. E apesar de a Seguradora Vera Cruz estar premiando a melhor foto com R$ 3 mil, os cinegrafistas, que já andaram de balão, avião, bote, barco e outros meios de transporte nos Jogos, serão os responsáveis pelas melhores imagens desta competição, que apresenta a cada dia uma emoção mais forte. Nos Jogos Mundiais da Natureza, muitas vezes, atletas, jornalistas e natureza se fundem e o resultado, em vídeo, é fantástico.


