A diretoria do Atlético-MG, que reclama dois pontos perdidos no empate de 4 a 4 com o Santos, no dia 19 de agosto, continuou, ontem, sua batalha judicial para tentar interromper o campeonato. O advogado Guilherme Aquino entrou, na Justiça comum do Rio, com um novo pedido de medida cautelar para o cancelamento da decisão do Tribunal Especial da CBF, tomada na última quinta-feira e pela qual a queixa do time mineiro foi considerada inválida. O Atlético alega que, na partida da Vila Belmiro, o Santos usou o atacante colombiano Aristizábal irregularmente. O Tribunal da CBF recusou a ação movida pelo clube por 6 votos a 1 e frustrou os atleticanos.

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