Mais confusão no Campeonato Paranaense de Futsal da Divisão Especial – Chave Ouro. Desta vez os fatos lamentáveis aconteceram no ginásio de esportes Alcides Pan, em Toledo, na partida realizada na noite de quarta-feira, entre Colônia e Amafusa, de Maringá. No primeiro tempo o jogo transcorreu normalmente, mas a etapa final foi tumultuada. No final, o placar ficou em 2 a 2.
Segundo Odalvir Nardino, presidente da Amafusa, ‘‘está na hora da Federação Paranaense tomar medidas enérgicas. No segundo tempo do jogo, por exemplo, o secretário de esportes de Toledo (Mauro Mauri Maiorki) a toda hora ameaçava invadir a quadra, tumultuando o ambiente. No final, quando nosso jogador Carrapicho arrancava para o gol adversário (o jogo estava 2 a 2), levou uma rasteira do técnico do Toledo (Levino Vaz, o Cafu). A torcida, por sua vez, tentou agredir nossos jogadores na entrada do vestiário além de jogar muitas coisas na quadra’’, observou o dirigente maringaense.
Procurado pela reportagem daFolha, os dirigentes do Colônia, de Toledo, disseram que o secretário de esportes não esteve envolvido no tumulto, mas confirmaram a ‘rasteira’ dado pelo técnico Cafu no jogador Carrapicho. Já a Federação Paranaense de Futebol de Salão vai esperar o relatório do árbitro para tomar providências.
Em relação a confusão verificada no último sábado, em Ibiporã, no jogo entre Jeb’s/Aguativa e Cascavel, quando o árbitro José Aparecido foi agredido, a Federação confirmou a perda do mando de uma partida do time de Ibiporã, multa de R$ 1 mil e a suspensão do jogador Fábio Adriano (Binho) por um jogo.

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