Jogadores têm recepção fria em Curitiba
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segunda-feira, 01 de outubro de 2001
Júlio Cesar Lima<br> De Curitiba 
A chegada da seleção brasileira em Curitiba, onde joga no domingo contra o Chile, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo, não poderia ter sido mais fria. Poucos corajosos marcaram presença. Entre eles estava a estudante Kaandra Trauczynski, 13 anos. Ela esperava por Juninho Paulista, mas ficou frustrada ao saber que ele não apareceria no saguão de desembarque. ''Sou torcedora do Vasco por causa do Juninho. Acho que ele joga muito e merece estar na seleção. Tenho várias fotografias dele em casa'', afirmou.
A professora de educação física, Juliana Moratoni, 25 anos, levou um grupo de crianças com idade entre 10 e 12 anos, portadoras de deficiência auditiva, para conhecer a seleção. A tentativa falhou e provocou decepção. ''Queríamos que autografassem uma camisa para leiloarmos'', disse Juliana. As crianças fazem parte do Centro de Treinamento e Reabilitação da Audição.
A melhor chance dos torcedores chegarem perto dos seus ídolos será nos coletivos de amanhã e sexta-feira. O primeiro acontecerá no estádio do Pinheirão. A entrada será 1 kg de alimentos não perecíveis. Os portões serão abertos às 14h. O segundo treino aberto será no estádio Couto Pereira, com ingressos sendo vendidos com preços variando de R$ 2,00 a R$ 10,00. A renda e os alimentos serão revertidos para Instituições de caridade.


