Jogadores sentem desfalque de Leão no banco
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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2005
Agência Estado 
São Paulo - O técnico Emerson Leão não é o único revoltado com o gancho de 60 dias que o impedirá de comandar o São Paulo, do banco de reservas, em quase todos os jogos restantes do Campeonato Paulista e outros da Libertadores. Os jogadores também estão chateados com o ''desfalque'' do técnico, principalmente nos clássicos que vêm pela frente, a começar pelo Palmeiras, domingo à tarde, no Morumbi.
''A gente tem que aprender a saber lidar com essa nova situação. A primeira atitude dele foi juntar os jogadores e conversar. Pediu para que continuemos fazendo tudo o que já fizemos até agora. Mais do que nunca, o momento é de união'', explica o lateral Cicinho.
O departamento jurídico tentou aliviar a pena do treinador. No entanto, o TJD negou o pedido de efeito suspensivo e Leão terá de aguardar até dia 1º de março para um novo julgamento. ''O Leão costuma cobrar muito nos 90 minutos. Não deixa o time relaxar. Será bem diferente'', afirmou o volante Josué.
Com Leão fora de ação, o ''treinador'', pelo menos na beira do campo, será o preparador de goleiros e auxiliar-técnico Pedro Santilli.


