O Londrina inicia uma semana decisiva para definir o seu futuro. Quinta-feira, o Conselho Deliberativo se reúne para discutir o atual momento do clube e buscar uma solução para a sucessiva crise do time. A principal preocupação do presidente em exercício do Londrina, Agostinho Miguel Garrote, é resolver o impasse com os parceiros do clube no Módulo Amarelo da Copa João Havelange.
Até o final da tarde de ontem, Agostinho não havia sido contatado pelos empresários Ciro Antônio Rios e Roberto Campi. Sua expectativa era de que Rios ou Campi estivessem hoje, ou no mais tardar, amanhã, na cidade para decidir pela continuidade ou não do contrato de parceria, cujo prazo se expira no dia 31 de janeiro de 2001.
Enquanto os empresários não dão retorno, Agostinho vai tapando os buracos deixados na cidade. Ontem o dirigente decidiu abrigar os quatro jogadores profissionais (Júnior, Daniel, Alex e Sílvio) – que estavam num apartamento cujo aluguel vencera – na república dos juniores no Estádio VGD.
A reunião do Conselho na quinta-feira também vem prendendo a atenção de Agostinho. ‘‘Espero que um maior número de conselheiros compareça ao VGD para que a responsabilidade não caia em cima de uma ou duas pessoas. É importante também que quem for vá desarmado de qualquer interesse pessoal ou vaidade. É preciso que acima de tudo prevaleça o Londrina’’, alerta o dirigente. O CD é formado por 100 conselheiros e outros 20 suplentes.
Com o time profissional desativado, o time júnior ganha atenção especial. A equipe, treinada por Paulo Marino, estréia amanhã na segunda fase do Paranaense enfrentando o Grêmio, às 16 horas, em Maringá, pelo grupo F. Domingo, o PSTC goleou o Assis Chateaubriand por 4 a 1 na abertura da chave. Os dois melhores colocados do grupo avançarão para a terceira fase ao lado dos dois primeiros lugares das outras três chaves. No sábado, o Tubarãozinho recebe o Assis no Estádio do Café.

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