O atacante Paulo Rangel foi a novidade do LEC neste domingo
O atacante Paulo Rangel foi a novidade do LEC neste domingo | Foto: Roberto Custódio


FRASES
"Têm coisas que não deveriam ser aceitas, porque é lógico que a eliminação é ruim para a gente e para todo mundo"
Fabinho, meia

"Se o torcedor não fosse cobrar atitude da gente, teríamos uma postura diferente hoje (ontem), porque somos pais de família e temos responsabilidade"
Bidía, volante

Os jogadores do Londrina evitaram neste domingo, 12, a imprensa na saída de campo após a vitória sobre o PSTC Procopense, por 3 a 0, no Estádio do Café, pelo Campeonato Paranaense. Somente o volante Germano e o meia Rafael Gava deram declarações curtas e protocolares, o que mostrou o desconforto com as críticas recebidas e as agressões de um grupo de torcedores após a eliminação na Copa do Brasil, para o Gurupi (TO), no meio de semana.
O tema deixou o meia Fabinho irritado, já na coletiva de imprensa. "Sabia que iriam perguntar isso. É sempre assim", reclamou, sobre as agressões. "Não influenciou em nada. O grupo vinha jogando bem e foram derrotas que fazem parte", completou.
Para o camisa 10, o LEC levou azar nas finalizações nas últimas duas derrotas, o que não significa que os atletas não se esforçaram. "Têm coisas (agressões de torcedores) que não deveriam ser aceitas, porque é lógico que a eliminação é ruim para a gente e para todo mundo", afirmou Fabinho.
O volante Bidía também comentou o problema. "Se o torcedor não fosse cobrar atitude da gente, teríamos uma postura diferente hoje (ontem), porque somos pais de família e temos responsabilidade", disse. "Tivemos dois jogos ruins e, no futebol, não se pode dar mole", afirmou, antes de lembrar que agressões não podem ser toleradas. (F.G.)

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