Jogadores não querem rótulos
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quinta-feira, 26 de julho de 2001
Agência EstadoDe São Paulo 
Apesar de felizes com a convocação, o volante Vampeta (Paris Saint Germain), e os atacantes Élber (Bayern, de Munique) e Marcelinho Paraíba (Hertha Berlim) não querem que os atletas que atuam no exterior sejam rotulados como salvadores da pátria na Seleção Brasileira. Para o trio, a expectativa em relação aos jogadores estrangeiros do time do técnico Luiz Felipe Scolari nos próximos jogos das eliminatórias da Copa de 2002 não deveria aumentar depois da decepcionante campanha do time caseiro do treinador na Copa América.
Nossa responsabilidade é grande, mas não é por causa do que aconteceu contra o Uruguai e Honduras (o Brasil foi derrotado pelos dois times) que ela cresceu, disse Élber. O atacante ficou particularmente feliz com sua convocação, depois dos problemas que enfrentou no Bayern, que não permitiu que o jogador disputasse a Copa América. Para ser sincero, fiquei com medo de que o Scolari pensasse que tudo aconteceu por minha vontade e não me chamasse mais.
Mas a satisfação do jogador não foi maior que a de Marcelinho, convocado pela primeira vez na carreira. Achava um pouco difícil ser chamado porque o professor Scolari havia dito que os convocados seriam a base do time, depois da boa campanha que fiz no Grêmio, tinha esperança.


