São Paulo - O francês Jean Todt, ex-chefe da Ferrari e que atuava atualmente como conselheiro da escuderia de F-1, anunciou que não terá mais nenhum vínculo com a equipe. Todt era o principal membro na direção da escuderia durante toda a ''era Michael Schumacher'', sendo um dos maiores responsáveis pela fase de ouro da equipe italiana na F-1, entre os anos de 2000 e 2004. O francês foi chefe de equipe da Ferrari entre 1993 e 2007. No final do ano retrasado, ele passou a se dedicar à direção executiva da empresa, tendo sido substituído por Stefano Domenicali como chefe de equipe. Há um ano, ele abandonou o cargo de diretor executivo e, desde então, suas funções na escuderia diminuíram gradualmente, com o ex-dirigente se tornando conselheiro.
''Jean Todt foi um dos protagonistas da história da Ferrari nos últimos 15 anos. Quero desejar a ele o melhor para o seu futuro, o qual espero que seja satisfatório tanto no aspecto pessoal quanto no profissional'', comentou o presidente da Ferrari, Luca di Montezemolo. Após a chegada de Todt ao time, em 1993, a Ferrari venceu seis títulos de pilotos e oito de construtores -incluindo a conquista do ano passado. Na época de sua contratação, a escuderia não ganhava um campeonato de pilotos desde 1979, quando o sul-africano Jody Scheckter levou o título. O jejum foi quebrado em 2000, com Michael Schumacher.
Testes
Comprovando o bom início de ano, a Brawn GP liderou os testes de ontem no circuito espanhol de Jerez de la Frontera. A melhor volta foi do inglês Jenson Button, que cravou 1min17s844. Na sequência vieram o alemão Nico Rosberg, da Williams; Nelsinho Piquet, da Renault; e o inglês Lewis Hamilton, da McLaren, que amargou o último lugar do treino.

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