Jairo Gomes

Fim das especulações!
As atenções do futebol estão voltadas hoje para o Sul da França, onde a partir das 15h55 (horário brasileiro), em Marselha, acontece o sorteio dos grupos para a Copa do Mundo da França. A partir de agora, o torcedor brasileiro passará a encarar o Mundial da França como algo mais concreto. Como o Brasil não disputou as eliminatórias, por ter ganho a Copa dos EUA em 94, não houve aquele clima de competição envolvendo o selecionado nacional. Os amistosos realizados até agora não chamaram a atenção de ninguém. A expectativa do torcedor é com relação aos adversários da primeira fase. Até a hora do sorteio tudo é especulação. Inglaterra e Nigéria, que estavam cotadas para cabeças-de-chave, mas que acabaram ‘dançando’, poderão acabar no grupo do Brasil. É esperar para ver. Zagallo não está preocupado e diz que em 94 o grupo inicial era difícil e que os brasileiros chegaram ao título. Deste grupo, só Camarões está neste Mundial. Suécia e Rússia não se classificaram.
-O vôlei do Banestado/Aguativa estreou na terça-feira à noite na Superliga Feminina. A derrota para o Dayvit (3 x 0) era esperada, mas as meninas londrinenses tiveram bons momentos, principalmente no terceiro set. Agora é esperar pelo Mappin/Pinheiros, de Ida, Cilene, Irina, Fernanda Doval e Vera Mossa, que estreou vencendo o BCN/Osasco (3 x 0). O jogo está confirmado para sábado, a partir das 19 horas, no ginásio do Banestado. O torcedor espera que o ingresso esteja à venda mais cedo. Para o jogo com o Dayvit, os ingressos chegaram apenas na tarde de terça-feira.
-O jogo com o Mappin deverá ser disputado no ginásio da Associação Banestado, porque lá tem um cronômetro nos padrões exigidos pela CBV. Apesar da promessa dos responsáveis pela administração do Moringão, o anunciado cronômetro para o jogo de terça-feira não foi instalado. Agora, a exemplo do futsal e basquete, o vôlei também depende do cronômetro. Por esta falha, o Banestado/Aguativa deverá de pagar uma multa junto à CBV. Dava para pagar o salário de algumas jogadoras do time.
-Para o bem da Taça Londrina de Juniores, os organizadores da competição deveriam ter eliminado de imediato a Ponte Preta, de Campinas, pelos acontecimentos de terça-feira à tarde em Cambé, após a derrota para o Coritiba por 3 x 0. Agressão física, neste caso, ao árbitro, não tem desculpa, principalmente partindo de dirigentes, que deveriam servir de exemplo para os atletas.

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