Isnard Cordeiro
Isnard Cordeiro
Tem que pagar, sim senhor!
O assunto futebol-INSS é tão delicado, difícil de se falar, mas importante para ser abordado. Lembrei que há algum tempo (e o Rogério e a Benê, da Editoria Local me confirmaram)que o Hospital Evangélico de Londrina teve que entregar ao INSS parte de suas instalações (as que foram construídas mais recentemente, à direita de quem entra no hospital) para saldar dívida com o órgão federal.
Ora, se um hospital, que tem importância vital na saúde de um povo entrega parte de seu patrimônio ao INSS, por que então o futebol não é obrigado a fazê-lo? E não venham os dirigentes do futebol alegar que faltou competência ao pessoal que administra o hospital, porque aí estariam assinando também a culpa por má administração nos seus clubes.
A Federação Paranaense de Futebol está sendo intimada a saldar uma dívida grande com o INSS. Que o órgão federal faça uso dos rigores da lei, aplicados ao Hospital Evangélico, para receber a dívida. O pior, no caso da Federação é que ela recebeu a grana, pois seus tesoureiros arrecadaram o percentual das rendas de todos os jogos docampeonato estadual e esse dinheiro não foi repassado aos cofres do INSS. Com isso, a entidade pode até ser acusada de apropriação indébita, porque o dinheiro saiu dos borderôs para o INSS e acabou nos cofres da entidade. O presidente Onaireves Moura confirma essa versão, alegando que o dinheiro foi aplicado no Pinheirão, agora interditado.
Os clubes que devem ao órgão federal têm que pagar. Como também o Leão deve procurar saber quem está sonegando o Imposto de Renda. Afinal, o assalariado paga na fonte, enquanto que os jogadores ganham fortunas e nenhum centavo é recolhido. Afinal, a nossa lei máxima, a Constituição, diz que todo cidadão perante ela (a lei) é igual. E se um hospital salda suas dívidas com parte do seu patrimônio, que o futebol também o faça. O torcedor já pagou sua parte, que é o ingresso. Que os dirigentes, bons e ruins, paguem suas partes. E nessa briga fico com o INSS e com a Receita Federal.
O que não pode é dirigente ou ex, sair por aí falando que a cidade tem que assumir seu time. Que história mais boba. Quando os dirigentes fizeram as dívidas, com contratações absurdas, não foi à cidade pedir opinião. Contrataram e pronto. Se fizeram besteiras, que agora elas as assumam, ora bolas.
-As mulheres do Londrina Golf Club disputam hoje, a partir das 9 horas, um torneio entre elas. Vai ser dos melhores.
-O Brasil brigou por melhores posições do Campeonato Sul-Americano de Golfe, para amadores. O amigo Ivo Simon, de São Paulo, informa que até a sexta-feira, os brasileiros estavam em quinto lugar, tanto no masculino como no feminino. O torneio terminaria ontem.
-A notícia de que a Marajó vai premiar com um Fiat Palio quem fizer um hole in one, no 3º Open Aniversário de Londrina, agitou consideravelmente o meio do golfe.
-O presidente do Londrina Golf Club, Luiz Carlos Miguita, e seus diretores, estão programando a inauguração do putting green, com uma grande festa e um torneio para a imprensa. O capitão Issamu Onishe avisa que está cuidando de tudo com carinho.
-Outra de golfe. Dia 15 próximo, nova festa. Agora pelo hole in one de Takeshi Taniyama (na semana passada), que o Waldemir Peres vai bancar. Antes do Takeshi bater na bola, o Peres disse que se ele fizesse o hole in one, bancaria tudo. Deu azar. Aliás, ele está prometendo uma festa de primeiro mundo.





