A Fórmula 1 não corre o risco de disputar o Grande Prêmio dos Estados Unidos, marcado para o dia 30 deste mês, em Indianápolis, sem a presença dos pilotos sensação desta temporada, os irmãos Michael e Ralf Schumacher.
Depois da confirmação da presença do campeão mundial, na noite de segunda-feira, ontem foi a vez de Ralf também negar quaisquer possibilidades de não disputar a corrida que ainda corre risco de não ser realizada, devido aos ataques terroristas aos Estados Unidos.
A organização da F-1 precisava embarcar todos os seus carros, equipamentos e combustíveis até ontem, para que eles consigam passar pela redobrada fiscalização que sofrerão nos aeroportos norte-americanos e cheguem a Indianápolis a tempo para a corrida.
''Ainda é difícil saber se será seguro ou não realizar a corrida. Mas Bernie Ecclestone (principal dirigente da categoria) e Max Mosley, presidente da FIA'' tomaram a decisão e respeito. Por isso irei correr, não há dúvidas quanto a isso'', disse Ralf.
Os irmãos Schumacher confessaram que sentiram uma certa dificuldade durante o GP da Itália, em Monza, no último domingo, devido aos ataques terroristas aos Estados Unidos, na última semana. Eles lideravam o movimento contrário à realização dos GPs italiano e norte-americano, mas cederam às pressões de Ecclestone e à falta de apoio dos outros pilotos.

Alfinetada Ron Dennis, chefe da McLaren, é conhecido por seu temperamento difícil e sua língua afiada. Desta vez, o alvo foi o finlandês Mika Hakkinen, que anunciou que se retirará da F-1 por uma temporada. ''Em outras circunstâncias, Niki Lauda e Alain Prost também se retiraram das pistas por um tempo para depois voltarem com tudo e conquistarem títulos mundiais. Resta saber se Mika não vai descobrir nesse ano que passar a vida na praia é muito divertido e resolva ficar por lá. Tudo é possível'', completou o sempre irônico Dennis.
Para o lugar de Hakkinen a McLaren assinou com o também finlandês Kimi Raikkonen, de apenas 22 anos, que estreou este ano na Sauber.

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