Invasão de campo e violência aumentam drama do clube
Curitiba - Bastou o árbitro Leandro Vuaden encerrar o jogo para que mais de uma centena de vândalos saíssem do setor reservado à torcida organizada para agredir o trio de arbitragem. Foi apenas o primeiro ato de selvageria, que prosseguiu com agressões ao goleiro Vanderlei, ao limitado efetivo da Polícia Militar que estava no estádio e, um pouco mais tarde, aos atletas e torcida do Fluminense.
No campo de batalha que se tornou o gramado do Couto Pereira, alguns enfurecidos torcedores, armados com cadeiras, bancos, placas de publicidade, latas e o que mais encontrassem pela frente partiram para cima dos policiais, ferindo gravemente um deles, identificado como Gomide, que até o final desta edição seguia internado com ferimentos no rosto. Assim que foi atingido, o policial foi carregado pelos colegas, que mostraram total despreparo para lidar com a situação.
Pouco depois, foi a vez de um torcedor, envolvido no confronto entre a torcida alviverde que tentava bater nos atletas do Fluminense e a torcida tricolor nas arquibancadas, cair em campo, após ter sido atingido no peito, apenas um mês depois de passar por uma cirurgia de grande porte. Este foi um dos dois retirados do estádio por helicóptero, com estado de saúde não divulgado. Mais tarde, a confusão seguiu nos arredores do estádio, e se espalhou por terminais de ônibus. (L.B.)





