Inter e Palmeiras também entre os inesquecíveis
São Paulo - Além do Flamengo de Zico, outras grandes equipes também foram citadas na eleição realizada pela Agência Estado. Uma das mais lembradas foi o Internacional de 75 e 76, comandado por Rubens Minelli, com: Manga; Cláudio, Figueroa, Hermínio (Marinho Peres em 76) e Chico Fraga (Vacaria em 76); Caçapava, Falcão (Jair) e Carpegiani (Batista em 76); Valdomiro, Flávio (Escurinho) (Dario em 76) e Lula.
Um pouco mais remodelado, o time voltaria ao título em 79, com Benitez; João Carlos, Mauro Pastor, Mauro Galvão e Cláudio Mineiro; Batista, Falcão e Jair; Valdomiro (Chico Spina), Bira e Mário Sérgio. O comando era de Ênio Andrade. ''Em 79, era um grupo que manteve a base de 75 e 76, rejuvenescido com a entrada de alguns garotos'', enalteceu Mauro Galvão.
Fechando o grupo dos mais lembrados, vem também o Palmeiras da Academia de Futebol, bicampeão de 72 e 73, de Leão; Eurico, Luís Pereira, Alfredo e Zeca; Dudu e Ademir da Guia; Edu, Leivinha, César Maluco e Nei. ''Era um time de muita qualidade e muito equilibrado em campo'', empolgou-se o volante Dudu.
Legislando em causa própria, mas fazendo uma ótima lembrança, o meia Zenon fez questão de destacar o Guarani de 78, campeão brasileiro com: Neneca; Mauro, Edson, Gomes e Miranda; Zé Carlos, Renato e Zenon; Capitão, Careca e Bozó. O técnico era Carlos Alberto Silva. ''Tivemos de enfrentar grandes times em uma época áurea do futebol brasileiro, e ainda superar a nossa pouca estrutura porque, até então, o Guarani era um time pequeno do interior, uma autêntica zebra'', recordou-se o ex-meia.
Hoje, uma semana após o São Paulo de Muricy Ramalho ter se sagrado tricampeão nacional, a eleição mostra que as melhores recordações ainda ficam para as décadas de 70 e 80, quando o futebol brasileiro conseguia segurar seus craques e os times eram verdadeiras máquinas de jogar futebol, repetindo por anos a mesma formação. ''Atualmente, os craques são os técnicos'', ironizou o cerebral Gerson. (A.E.)





