São Paulo - De um lado, uma equipe que lidera com tranquilidade o Campeonato Italiano, mas que foi eliminada da Copa dos Campeões. Do outro, um time que permanece vivo no torneio continental, mas que realiza uma campanha apenas mediana no Nacional. Em situações opostas, Inter de Milão e Milan realizam hoje um clássico repleto de particularidades.
Sem vencer ''no campo'' o Italiano desde a temporada 1988/89, a Inter realiza uma campanha com poucos tropeços e se aproxima do título nacional - soma 70 pontos, 16 a mais do que a Roma, segunda colocada. Além disto, com 22 vitórias e quatro empates no torneio, sonha com um feito obtido pelo rival em 1991/92: ser campeã invicta.
Já para o Milan, o clássico representa a possibilidade de ''salvar'' uma temporada nacional marcada por confusões. Punido com a perda de oito pontos pelo envolvimento no escândalo de corrupção no futebol italiano, o time de Carlo Ancelotti teve poucos momentos de brilho na competição e ocupa apenas a sexta colocação na tabela.
Por outro lado, a equipe permanece viva no torneio continental. Mesmo sem apresentar um bom futebol, eliminou o Celitc (ESC) e irá enfrentar o Bayern de Munique, nas quartas-de-final da competição.
A partida será especial para Ronaldo. O atacante brasileiro irá viver novamente o clássico de Milão após quatro temporadas e meia no futebol espanhol. Para derrotar o seu antigo time, o jogador terá ajuda do seu compatriota Kaká.

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