Inquérito é transferido do TE para o STJD
Agência Estado
O inquérito para apurar denúncias de corrupção na arbitragem foi transferido do Tribunal Especial (TE) para o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). O TE tem poder para abrir o inquérito, mas não poderia julgar o ex-presidente da Conaf, Ivens Mendes. O órgão é considerado membro de poder na CBF.
O presidente do STJD, Luiz Zveiter, disse ontem, que só a Justiça Comum pode pedir quebra de sigilo bancário e de sigilo telefônico dos envolvidos, que podem pegar de um a dois anos de suspensão ou ser eliminados do futebol.São as penas previstas pelo Código Brasileiro Disciplinar de Futebol, observou.
Não só as pessoas citadas nas fitas cassetes, mas outras que possam ter participado do esquema de corrupção na arbitragem podem ser enquadradas. Zveiter suspeita que o grampo no telefone de Ivens Mendes possa ter sido instalado por alguém que teve seus interesses prejudicados: Estamos diante de um fato de corrupção gravíssimo e precisamos ter muita cautela.





