São Paulo - Time sensação no início do ano, o Corinthians agora convive com a incerteza e a desconfiança de sua torcida e da imprensa. Muita gente acredita que a equipe diminuiu o ritmo por causa do atraso de pagamento de premiações e direitos de imagem para o elenco. O goleiro Cássio concedeu entrevista coletiva ontem e negou que o problema seja o motivo do time não conseguir repetir as atuações de outrora.
"Esse problema (atraso de pagamento) vem do ano passado e sempre mostramos o mesmo desempenho. Chegamos cedo, trabalhamos muito, então acho que foi um pouco injusto ser chamado de mercenário e vagabundo. Às vezes as coisas não acontecem da forma que queremos", explicou Cássio.
O goleiro ainda assegurou que não se sente incomodado com as críticas, já que isso é algo normal para quem atua em um clube grande. "Quando o time não está bem, muitas coisas negativas aparecem. Todos os jogadores têm história e não está em nosso contrato que não podemos ser vaiados ou criticados. Temos que jogar mais e vencer. Quem joga em time grande tem que saber conviver com isso", destacou.

PROMESSA À VENDA
O Corinthians está muito próximo de acertar a venda do meia Matheus Cassini para o Palermo, da Itália. O garoto de 19 anos ainda nem atuou pelo time principal, entretanto foi um dos destaques da equipe na conquista da Copa São Paulo de Futebol Júnior, em janeiro. O valor total da negociação deve ficar em torno de R$ 3 milhões. O Corinthians é dono de 70% dos direitos econômicos do atleta e deve ficar com cerca de R$ 2,3 milhões.

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