Ribeirão Preto - Um infarto provocou a morte do zagueiro Maximiliano Patrick Ferreira, o Max, 21 anos, do Botafogo, quarta-feira, em Ribeirão Preto (SP). O corpo do atleta foi enterrado na tarde de ontem.

De acordo com o laudo assinado pelo médico Dayr Kiomizu Kazava, do Centro de Medicina Legal (Cemel), Max tinha má-formação de uma artéria, o que provocou o infarto. A necropsia durou cerca de uma hora. Segundo o Cemel, o problema cardíaco que atingiu Max só poderia ter sido descoberto antes caso o atleta apresentasse algum sintoma.

O jogador era titular e estava no Botafogo desde os sete anos. Passou por todas as categorias de base e era apontado como uma das promessas do clube. ''Jogar bola era tudo que o Max mais gostava'', afirmou o preparador físico Wellington Osório, que acompanhava a carreira do atleta desde o início.

Nascido de uma família de classe média, morava no conjunto Alexandre Balbo, bairro da periferia de Ribeirão Preto. Antes de se firmar como profissional no Botafogo, chegou a defender o Sertãozinho e a Internacional de Limeira disputou a Copa São Paulo e o Campeonato Paulista pela equipe. No último mês de abril, retornou ao Botafogo.

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