Inesul/Londrina avalia primeiras derrotas
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terça-feira, 10 de janeiro de 2006
Jaime Kaster<br> Reportagem Local 
Derrotado nos dois primeiros jogos que disputou pelo Campeonato Nacional de Basquete Masculino, o elenco da Inesul/Londrina desembarcou ontem à tarde no aeroporto local já pensando no confronto de sexta-feira à noite, no Ginásio Moringão, que marcará o reencontro da equipe local com o técnico Ênio Vecchi, que dirigiu o Londrina Basquete durante oito anos e hoje comanda o Pinheiros, da capital paulista.
Será o primeiro jogo da Inesul diante da sua torcida e a oportunidade de arrancar a primeira vitória no campeonato, já que o adversário também tem um elenco jovem e não conta com estrelas, ao contrário do rival de domingo, o Universo/Brasília, que se credencia como um dos candidatos ao título. ''Pode ter certeza que contra o Pinheiros será um jogo equilibrado, porque joguei contra esse time no Paulista e sei que estão no mesmo nível da gente. Podem estar um pouco melhor em ritmo de jogo'', disse o pivô George, que defendeu o São Caetano no ano passado.
Para que o time da Inesul reaja e consiga alcançar seu primeiro triunfo na competição, o pivô afirmou que o grupo precisa ''melhorar bastante a parte defensiva'' e repassar as jogadas ensaiadas para os novos que chegaram. Ele e os outros dois homens do garrafão (André Luiz e Eduardo) fizeram apenas três treinos com o restante do time.
Sobre os resultados negativos em Recife (derrota por 88 a 78 para o Sport) e em Brasília (perdeu do Universo/BRB por 99 a 73) o ala Ycaro comentou que a equipe ainda não está conseguindo manter um padrão tático durante toda a partida. ''Contra o Sport, cumprimos apenas 30% do que estava programado. Equilibramos o jogo na vontade, mas sem muita organização. Já contra o Brasília mantivemos uns 60% de organização tática, mas aí o adversário era muito forte e o nosso pivô mais pesado, o André Luiz, fez falta'', observou Ycaro. A mãe de André Luiz faleceu no sábado, em Santos, e ele nem chegou a jogar contra o Universo/BRB.
Apesar das derrotas, o pivô Eduardo disse que a Inesul teve ''bons momentos'' nos dois confrontos. ''Contra o Sport, por exemplo, eles chegaram a abrir 25 pontos no terceiro quarto, mas reagimos e baixamos para seis pontos no último quarto''.


