Indy pode ter corridas no Japão e Alemanha
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terça-feira, 20 de maio de 1997
Agência Estado 
Quando os motores começarem a roncar hoje, a F-Indy estará passando da teoria à prática. Programado para permitir aos pilotos o reconhecimento do novo circuito oval de Madison, este treino será o marco inicial da expansão da categoria. Andrew Craig, presidente da Championship Auto Racing Teams (CART), sonha alto: pretende modernizar e internacionalizar a Indy, ampliando suas fronteiras com uma prova no Japão em 98 e outra na Alemanha em 99.
Exibidas ao vivo ou em teipe para 192 países do mundo, a F-Indy começou a entrar com força no mercado europeu a partir da chegada de ídolos da F-1, como Émerson Fittipaldi e Nigel Mansell. Com o afluxo de pilotos europeus, suas corridas começaram a ganhar telespectadores na Europa, beneficiadas também pelo horário. Realizadas no começo da tarde nos Estados Unidos, elas são assistidas ao vivo domingo à noite no continente europeu.
Craig, porém, não pensa em realizar uma prova em cada país que esteja representado nas pistas. Nosso plano é levar a F-Indy aonde ela possa atrair novos patrocinadores, revela.
Ainda estamos na fase nacional, diz Craig, que não esconde sua expectativa em relação às provas internacionais. Hoje, temos uma corrida no Brasil, outra na Austrália e duas no Canadá. Japão e Alemanha são as próximas metas, afirma o dirigente da CART, que promove a F-Indy.


