A PPG, fábrica de tintas automotivas que patrocina o campeonato da Fórmula Indy, pensa em alterar o sistema de pontos para a próxima 99. A empresa gostaria de criar uma pontuação que dificultasse a conquista antecipada do título, para evitar o que aconteceu este ano. O italiano Alessandro Zanardi sagrou-se bicampeão com quatro provas de antecedência e tirou parte do interesse das corridas finais.
O atual sistema, que distribui 20 pontos para o primeiro colocado, 16 para o segundo, 14 para o terceiro e, pela ordem, 12, 10, 8, 6, 5, 4, 3, 2 e 1 pontos, até o 12º colocado, já torna mais difícil a conquista antecipada do que na Fórmula 1, onde só os seis primeiros pontuam. Além disso, a Cart ainda dá um ponto extra ao piloto que marca a pole e outro para quem lidera o maior número de voltas.
O novo sistema proposto pela PPG valorizaria ainda menos as vitórias. O patrocinador quer que sejam distruibuídos 100 pontos pela vitória, 95 pelo segundo lugar, 90 para o terceiro e assim sucessivamente, decrescendo a contagem em cinco pontos até o 20º colocado. O pole e o maior número de voltas na liderança também valeriam cinco pontos. A Cart vai estudar a mudança.
Processo - A família de uma das vítimas do acidente que matou três pessoas nas 500 Milhas de Michigan, em julho, está processando os donos da pista, entre os quais Roger Penske. O advogado James Graves, representando os parentes de Kenneth D. Fox, de 38 anos, morto ao ser atingido pelo pneu do carro de Adrian Fernandez, exige indenização de US$ 11 milhões.
Graves alega que os organizadores da corrida foram negligentes e imprudentes porque sabiam, ou deveriam saber, que o alambrado era inadequado para prevenir um acidente em que pedaços do carro se desprendessem. Esta possibilidade, segundo o advogado, deveria ter sido seriamente considerada para uma corrida em que os carros têm rodas descobertas e andam a mais de 360 km/h.
É possível que os parentes dos dois outros torcedores mortos também movam ações.

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