A eliminação para o Fortaleza em casa, na Copa do Brasil, após o empate por 1 a 1 na noite de quarta-feira, impediu o Paraná de arrecadar cerca de R$ 400 mil entre cotas de televisão e bilheteria na próxima fase, que seria disputada contra o Flamengo. A reapresentação da equipe ontem foi marcada pela desolação e agora sobrou para o time completar tabela amanhã, às 16 horas, no Estádio Durival Britto e Silva, contra o Iraty, pela penúltima rodada do octogonal decisivo.
Para esta partida, o técnico Velloso, mantido no cargo, mas por tempo indefinido, deve fazer poucas alterações. O clube agora passa a se concentrar na disputa da Série B. A estreia será no dia 9 de maio, contra o Bahia, em Salvador. Com um elenco de 34 atletas, a diretoria iniciou as renegociações dos contratos de Agenor, Lenílson, Fabinho e Danielzinho, que vencem nas próximas semanas e interessam ao Paraná.
Mesmo com toda a pressão pela má fase e de ter saído vaiado de campo contra o Fortaleza, o meia Lenílson reafirmou a intenção de ficar no Tricolor e dar a volta por cima. "Acho que temos que assumir a responsabilidade, cada um deve assumir o seu papel, e se eu tiver que puxar o barco, eu vou puxar. Não é por causa de uma partida perdida por nós que eu vou querer ir embora. O objetivo é ficar aqui e colocar o clube na Série A", afirmou.
Para a disputa da Segundona, Lenílson sabe que a competição é longa e que o Tricolor vai precisar de bom material humano. "Para jogar uma competição dessas, deve ser formado um grupo grande, qualificado, e se depender de mim eu vou ficar", afirmou.
O jogador também comentou a invasão de integrantes de uma torcida organizada no treino de segunda-feira: "Clube grande sempre tem essa cobrança", disse.

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